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Com quase 40 anos de serviço público e um notório trabalho como dirigente esportivo, Eduardo Bandeira de Mello conquistou reconhecimento dentro e fora do Brasil por conduzir administrações eficientes, pautadas em valores como ética e transparência. Avaliado como um gestor competente e inovador, sua trajetória é marcada pela responsabilidade, mesmo que isso implique em sair da zona de conforto e não seguir pelo caminho mais fácil.

Formado em Administração, trabalhou por mais de 35 anos no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), onde foi um dos responsáveis pela formulação, captação e pela gestão do Fundo Amazônia. Liderou e participou de processos de grandes transformações, perseguiu a qualidade dos serviços públicos, defendeu ações voltadas ao desenvolvimento sustentável e teve destaque como chefe do Departamento de Meio Ambiente.

À frente do PMAT (Programa de Modernização da Administração Tributária e da Gestão dos Setores Sociais Básicos), Bandeira deixou sua marca ao ajudar centenas de prefeituras a melhorar a arrecadação, gastar melhor os recursos e a qualificar os serviços prestados à população. Na Área de Infraestrutura e na Área de Desenvolvimento Social, trabalhou pela criação e manutenção de empregos e pelo apoio a projetos inovadores e de elevado alcance econômico e social. 

Nascido em 1953 no Humaitá e criado na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, Bandeira foi aluno do Colégio de Aplicação da Universidade do Estado da Guanabara (atualmente, CAp-UERJ) e graduou-se em Administração na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde fez também sua pós-graduação na mesma área.

Vindo de uma família de servidores públicos, aprendeu cedo a ter compromisso com a função social das instituições públicas e a não agir em benefício próprio ou por vaidades.

No esporte, Bandeira também deixou sua marca. Sócio proprietário do Clube de Regatas do Flamengo desde 1978, foi membro do Conselho de Administração (2007 a 2009) e eleito presidente para o período entre 2013 e 2018. Os desafios superados na gestão do clube de maior torcida da América do Sul foram reconhecidos por prêmios nacionais e internacionais.

Num primeiro momento, junto com uma equipe de alta qualidade, apertou os cintos, pagou dívidas e ajudou o clube a reconquistar sua credibilidade. Melhorou a condição de treinamento dos atletas das categorias de base, reformou e inaugurou ginásios, e construiu dois dos mais modernos centros de treinamento do país, um para o elenco profissional e outro para as divisões de base. O resultado foi o salto do Flamengo, de um clube publicamente visto como desorganizado e falido, para um exemplo de gestão e eficiência em todo o Brasil.

Participou da formulação do PROFUT (Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro), defendendo o refinanciamento de dívidas dos clubes condicionado à responsabilidade financeira de gestão, dando o Flamengo como exemplo. Ao lado de outros dirigentes esportivos e associações de jogadores de futebol, articulou o projeto no Congresso Nacional junto a deputados e senadores.

Atualmente aposentado, Bandeira entende que sua missão como homem público ainda não se completou. Aos 69 anos de idade, é pré-candidato a deputado federal pelo PSB. Quer levar toda sua experiência ao Congresso Nacional e fazer pelo Brasil tudo o que fez pelo BNDES e pelo Flamengo. Ele sabe que para um país mais justo e menos desigual é preciso o empenho e a dedicação que nunca faltaram na sua trajetória.